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China concede isenção de vistos para brasileiros em viagens de até 30 dias

  • Foto do escritor: Danilo Oliveira
    Danilo Oliveira
  • 15 de mai.
  • 2 min de leitura

Grupo de turistas em frente a um edifício tradicional no estilo arquitetônico chinês, provavelmente na Cidade Proibida, em Pequim. As pessoas estão tirando fotos e usando celulares, com destaque para uma criança à frente vestida com roupa tradicional rosa. Ao fundo, vê-se a estrutura histórica com telhados ornamentados.

A China estenderá a política de isenção de vistos e irá conceder o benefício aos brasileiros para viagens de até 30 dias.


A medida entra em vigor em 1º de junho e terá validade por um ano, ou seja, até o dia 31 de maio de 2026, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, nesta quinta-feira (15/05), durante uma entrevista coletiva.


Argentina, Chile, Peru e Uruguai também foram incluídos na medida.


A isenção de visto de até 30 dias vai valer para viagens de:


  • turismo;

  • negócios;

  • visita de família e amigos;

  • intercâmbio;

  • e trânsito.


Com a medida, o Brasil fica pé de igualdade com muitos países europeus e asiáticos.

Isso porque, desde o ano passado, a maioria dos países europeus, bem como seus vizinhos Japão e Coreia do Sul, não precisam de visto para viajar para a China. As informações são do portal G1.



O anúncio foi feito após um fórum entre autoridades chinesas, latino-americanas e caribenhas em Pequim no início desta semana, no qual o presidente Xi Jinping prometeu aumentar a presença da China com uma nova linha de crédito de US$ 9 bilhões e novos investimentos em infraestrutura.



Investimentos chineses no Brasil


Outros anúncios entre Brasil e China foram feitos nesta semana.


Na segunda-feira (12), o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou que a China pretende investir R$ 27 bilhões em novos projetos no Brasil.


Entre os setores de investimentos estão o de delivery, com a plataforma Meituan; o de carros elétricos, com a montadora GAC, o de energia limpa, com a estatal CGN; e o de mineração, com o grupo Baiyin Nonferrous.


Os R$ 27 bilhões foram citados pelo presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações (ApexBrasil), Jorge Viana, após um fórum entre empresários brasileiros e chineses em Pequim.


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